Oggi è la VI Giornata mondiale dei poveri. “Gesù Cristo si è fatto povero per voi” (cfr 2 Cor 8,9) è il titolo del Messaggio diffuso il 14 giugno scorso da Papa Francesco. È importante celebrare questa data non solo per la Chiesa tutta ma anche per la nostra Congregazione. Il 13 Novembre 1938 infatti Papa Pio XI beatificò Madre Cabrini nella Basilica di San Pietro a Roma.

La poetessa Lodigiana Ada Negri (1870 – 1945) dedicò questa poesia in occasione della Beatificazione.

– 13 Novembre 1938 –
Beatificazione di Madre Francesca Cabrini
Beatificata da Papa Pio XI – Roma Basilica di S. Pietro

Madre Cabrini

Donna che fosti della mia terra! Il vento
di carità ti sospinse nell’Occidente oscuro,
ti spalancò le sue porte perché tu vi entrassi
con l’amorosa furia della parola di Dio.
Né di te, né d’altri temesti; guardavi la croce.
per te ogni giorno fu rischio, battaglia, vittoria.
Ogni notte fu veglia d’armi, trascorsa in preghiera.
T’arrestò solo la morte del corpo nell’attimo
che ti si ruppe di schianto nel petto una vena.
Sul tuo cammino, al tuo cenno, sorgevan dal suolo
prodigi di pietra, prodigi di fede, gli asili
di Cristo: serrava ciascuno il tuo cuore
entro blocchi di base. Si grande, si piccolo
il mondo. Poterlo tutto amare,
tutto redimete; a questo eri nata.
Ma più dell’altro, amavi la povera gente del tuo paese
venuta dal mare per un pezzo di pane
intriso di lacrime,
per una squallida
casa, buia di nostalgia, là nelle due Americhe.
Quanti furono i figli d’Italia, donna lombarda,
che nelle due Americhe, tu con le tue milizie,
salvasti da fame, da morbo,
dalla notte dell’anima
più trista del male che umilia la carne caduca?
Quanti aiutasti a vivere? Quanti a morire?
Oggi l’ombre
dei morti e dei vivi ti seguon nel santo ritorno
verso la Patria antica, rinnovellata in gloria.
E tu, pellegrina di Dio, mai sazia d’anime offerte
a Dio, per esse ascendi la maestà degli altari.
Lassù ha principio l’opera tua più grande
fino a che il pianto umano raggiunge i beati e “Madre!”
cantano a te, rombando, le campane di Roma.

 Ada Negri

Inoltre, per fare memoria di quale sia la connessione tra Madre Cabrini e i poveri, vi proponiamo questi passaggi, uno da Scioglietevi e mettete le ali, l’altro da Pensieri e propositi e infine uno tratto da Tra un’onda e l’altra.

Segundo Galilea affermava: “Francesca Cabrini fondava e fondava a beneficio dei poveri, con la facilità e la velocità di chi pianta alberi”.

In Pensieri e Propositi troviamo scritto:

“L’opera in M. Cabrini è segno e mezzo di santità perché fatta “senza lasciarsi piegare dalla propria inclinazione, ma solo dalla volontà di Dio, e dalla sua gloria”. Lo scopo poi è la salvezza delle anime, la felicità delle persone, la promozione umana e cristiana dei più poveri e derelitti, è insomma, l’impegno costante di “dare la vita e darla in abbondanza” (cfr. Gv 10,10), ad imitazione di Gesù che non “è venuto per essere servito ma per servire” (Mc 10,45).”

In Scioglietevi e mettete le ali invece troviamo scritto che: “il Carisma improntato all’amore e alla compassione del Cuore di Gesù, proponeva che lo stile missionario dovesse avere una profonda dimensione di solidarietà con la sofferenza dell’umanità, privilegiando soprattutto le preferenze di Gesù: i poveri, i deboli, i peccatori e coloro che sono emarginati ed esclusi.”

Da Tra un’onda e l’altra

Anche la prontezza nella carità, nelle risposte ai bisogni degli altri, nell’ascoltare la voce dei poveri, degli emarginati e diseredati, è possibile quando siamo attenti a vivere nei criteri del Regno…


Hoje é o 6º Dia Mundial do Pobre. “Jesus Cristo tornou-se pobre por vossa causa” (cf. 2 Cor 8,9) é o título da Mensagem divulgada em 14 de junho pelo Papa Francisco. É importante celebrar esta data não só para toda a Igreja, mas também para nossa Congregação. De fato, em 13 de novembro de 1938 o Papa Pio XI beatificou a Madre Cabrini na Basílica de São Pedro, em Roma.

O poeta de Lodi Ada Negri (1870 – 1945) dedicou este poema por ocasião da beatificação.

– 13 de novembro de 1938 –

Beatificação de Madre Francisca Cabrini

Beatificado pelo Papa Pio XI – Roma Basílica de São Pedro

Madre Cabrini

Mulher, você era da minha terra! O vento

de caridade o levou para o Oeste escuro,

abriu bem suas portas para que você possa entrar

com a fúria amorosa da palavra de Deus.

Nem de vocês nem de outros temiam; vocês olharam para a cruz.

Para você cada dia era risco, batalha, vitória.

Todas as noites era uma vigília de braços, passada em oração.

Somente a morte do corpo te prendeu no instante

Que uma veia rebentou em seu peito.

No teu caminho, ao teu aceno, surgiu do chão

Prodígios de pedra, prodígios de fé, os asilos

de Cristo: cada um abraçou seu coração

Dentro de blocos de base. Tão grande, tão pequeno

o mundo. Para poder amar tudo isso,

todos a resgatam; a isto você nasceu.

Mas acima de tudo, você amava o povo pobre de seu país

que veio do mar por um pedaço de pão

embebido em lágrimas,

para um esquálido

lar, escuro com nostalgia, lá nas duas Américas.

Quantos eram os filhos da Itália, a mulher Lombard,

que, nas duas Américas, você com sua milícia,

você salvou da fome, de doenças,

desde a noite da alma

mais triste do que o mal que humilha a carne caída?

Quantos você ajudou a viver? Quantos para morrer?

Hoje as sombras

Dos mortos e dos vivos o seguem no santo retorno

Em direção à antiga pátria, renovada em glória.

E você, peregrino de Deus, nunca se saciou com almas oferecidas

A Deus, através deles ascendes a majestade dos altares.

Lá em cima começa seu maior trabalho

Até que o pranto humano chegue aos abençoados e “Mãe!

cantar para ti, rugindo, os sinos de Roma.

Ada Negri

Também, para nos lembrar da conexão entre Madre Cabrini e os pobres, oferecemos estas passagens, uma de Desprendei-vos e criai asas, outra de Pensamentos e resoluções e finalmente uma de Entre uma onda e outra.

Segundo Galilea disse: “Francesca Cabrini fundou e estabeleceu para o benefício dos pobres, com a facilidade e rapidez de quem planta árvores“.

Em Pensieri e Propositi encontramos escrito:

“O trabalho em M. Cabrini é um sinal e um meio de santidade porque é feito ‘sem se deixar dobrar pela própria inclinação, mas somente pela vontade de Deus, e por sua glória’. O objetivo então é a salvação das almas, a felicidade das pessoas, a promoção humana e cristã dos mais pobres e abandonados; em suma, é o compromisso constante de “dar vida e dá-la abundantemente” (cf. Jo 10,10), à imitação de Jesus que não “veio para ser servido, mas para servir” (Mc 10,45)”.

Em Desprendei-vos e criai asas, por outro lado, encontramos escrito que: “o Carisma marcado pelo amor e compaixão do Coração de Jesus, propôs que o estilo missionário tivesse uma profunda dimensão de solidariedade com o sofrimento da humanidade, privilegiando sobretudo as preferências de Jesus: os pobres, os fracos, os pecadores e os marginalizados e excluídos“.

De Entre as Ondas

A prontidão na caridade, na resposta às necessidades dos outros, na escuta da voz dos pobres, dos marginalizados e dos marginalizados, também é possível quando se tem o cuidado de viver nos critérios do Reino…


Today is the 6th World Day of the Poor. “Jesus Christ became poor for your sake” (cf. 2 Cor 8:9) is the title of the Message released on June 14 by Pope Francis. It is important to celebrate this date not only for the whole Church, but also for our Congregation. In fact, on November 13, 1938, Pope Pius XI beatified Mother Cabrini in Saint Peter’s Basilica in Rome.

The poet of Lodi Ada Negri (1870 – 1945) dedicated this poem on the occasion of the beatification.

– November 13th, 1938 –

Mother Francis Cabrini’s Beatification

She was Beatified by Pope Pio XI – St. Peter’s Basilica, Rome

Mother Cabrini

Woman, you were of my land! The wind

Of charity drove you to the dark west,

It opened wide its doors for you to pass through

with the loving fury of God’s word.

Neither of you nor of others did you fear; you looked at the cross.

For you, each day was risk, battle, victory.

Every night was an arms vigil, spent in prayer.

Only the death of the body stopped you in the moment

That a vein burst in your chest.

On your way, at your wave, they rose from the ground

Wonders of stone, wonders of faith, the asylums

of Christ: each one hugged their heart

Within base blocks. So big, so small

the world. To be able to love it all,

redeem everything; to this you were born.

But most of all, you loved the poor people of your country

who came from the sea for a loaf of bread

drenched in tears,

for a squalid one

home, dark with nostalgia, there in the two Americas.

How many were the children of Italy, Lombard woman,

that, in the two Americas, you with your militia,

you saved from hunger, from disease,

from the night of the soul

sadder than the evil that humiliates the dead flesh?

How many have you helped to live? How many to die?

Shadows today

The dead and the living follow you in the holy return

Toward the ancient homeland, renewed in glory.

And you, pilgrim of God, never satiated with offering souls

To God, through them you ascend the majesty of the altars.

Up there your greatest work begins

Until human crying reaches the blessed and “Mother!

the bells of Rome sing to you, roaring.

Ada Negri

Also, to remind us of the connection between Mother Cabrini and the poor, we offer these passages, one from Free yourselves and put on wings, another from Journal of a Trusting Heart and finally one from To the Ends of the World.

Segundo Galilea Jesuit Priest said: “Francesca Cabrini founded and established for the benefit of the poor, with the ease and speed of one who plants trees

In the Journal of a Trusting Heart we find written:

 “The work in M. Cabrini is a sign and a means of holiness because it is done ‘without letting oneself be bent by one’s own inclination, but only by the will of God, and for his glory’. The objective then is the salvation of souls, the happiness of people, the human and Christian promotion of the poorest and most abandoned; in short, it is the constant commitment to “give life and give it abundantly” (cf. Jn 10:10), in imitation of Jesus who “did not come to be served, but to serve” (Mk 10:45)”.

 On the other hand, in the book: Free yourselves and put on wings, we find written that: “the charism, marked by the love and compassion of the Heart of Jesus, proposed that the missionary style have a profound dimension of solidarity with the suffering of humanity, privileging above all the preferences of Jesus: the poor, the weak, the sinners and the marginalized and excluded”.

From the Book: To the Ends of the World

Readiness in charity, in responding to the needs of others, in listening to the voice of the poor, the marginalized and the marginalized, is also possible when one is careful to live in the criteria of the Kingdom.


Hoy es la 6ª Jornada Mundial de los Pobres. “Jesucristo se hizo pobre por vosotros” (cf. 2 Cor 8,9) es el título del Mensaje publicado el 14 de junio por el Papa Francisco. Es importante celebrar esta fecha no sólo para toda la Iglesia sino también para nuestra Congregación. De hecho, el 13 de noviembre de 1938 el Papa Pío XI beatificó a la Madre Cabrini en la Basílica de San Pedro de Roma.
La poetisa de Lodi Ada Negri (1870 – 1945) dedicó este poema con motivo de la beatificación.

13 de noviembre de 1938 –
Beatificación de la Madre Francisca Cabrini
Beatificado por el Papa Pío XI – Roma Basílica de San Pedro
Madre Cabrini


¡Mujer que eras de mi tierra! El viento
de la caridad te llevó al oscuro Oeste,
abrió sus puertas de par en par para que entraras en ella
con la furia amorosa de la palabra de Dios.
Ni de ti ni de los demás tuviste miedo; miraste la cruz.
Para ti cada día era un riesgo, una batalla, una victoria.
Cada noche era una vigilia de armas, pasada en oración.
Sólo la muerte del cuerpo te detuvo en el instante
Que una vena se reviente en tu pecho.
En tu camino, a tu señal, surgió del suelo
Prodigios de piedra, prodigios de fe, los asilos
de Cristo: cada uno abrazó su corazón
Dentro de los bloques base. Tan grande, tan pequeño
el mundo. Ser capaz de amarlo todo,
todo lo redime; para esto has nacido.
Pero más que nada, amaste a la pobre gente de tu país
que vino desde el mar por un trozo de pan
empapado en lágrimas,
para un escuálido
hogar, oscuro de nostalgia, allí en las dos Américas.
Cuántos eran los hijos de Italia, mujer lombarda,
que en las dos Américas, usted con su milicia,
te salvaste del hambre, de la enfermedad,
de la noche del alma
¿más triste que el mal que humilla a la carne caída?
¿A cuántos has ayudado a vivir? ¿Cuántos van a morir?
Hoy las sombras
De los muertos y los vivos te siguen en el santo retorno
Hacia la antigua patria, renovada en la gloria.
Y tú, peregrino de Dios, nunca saciado de almas ofrecidas
A Dios, por ellos asciende la majestad de los altares.
Allí arriba comienza tu mayor trabajo
Hasta que el llanto humano llegue al bendito y “¡Madre!”
te cantan, rugiendo, las campanas de Roma.


Ada Negri


Además, para recordar la conexión entre la Madre Cabrini y los pobres, ofrecemos estos pasajes, uno de Libérense, desplieguen sus alas, otro de Pensamientos y propósitos, y finalmente uno de Entre una y otra ola.
Segundo Galilea dijo: “Francesca Cabrini fundó y estableció en beneficio de los pobres, con la facilidad y rapidez de quien planta árboles.


En Pensamientos y propósitos encontramos escrito:


“El trabajo en M. Cabrini es signo y medio de santidad porque se hace ‘sin dejarse doblegar por la propia inclinación, sino sólo por la voluntad de Dios, y por su gloria’. Se trata, pues, de la salvación de las almas, de la felicidad de las personas, de la promoción humana y cristiana de los más pobres y abandonados; en definitiva, del compromiso constante de “dar vida y darla en abundancia” (cf. Jn 10,10), a imitación de Jesús, que no “vino a ser servido sino a servir” (Mc 10,45)”.


Por otro lado, en Libérense, desplieguen sus alas, encontramos escrito que: “el Carisma marcado por el amor y la compasión del Corazón de Jesús, propuso que el estilo misionero tuviera una profunda dimensión de solidaridad con el sufrimiento de la humanidad, privilegiando sobre todo las preferencias de Jesús: los pobres, los débiles, los pecadores y los marginados y excluidos.”


De Entre una y otra ola:
La prontitud en la caridad, en la respuesta a las necesidades de los demás, en la escucha de la voz de los pobres, de los marginados y de los privados de derechos, también es posible cuando nos cuidamos de vivir con los criterios del Reino…

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